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Artistas confirmados: o que esperar do Rock in Rio 2026

Do rock ao K-pop, confira o line-up do festival e os shows mais aguardados da edição

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Por Redação Feito.Itaú
Publicado em Atualizado em
Imagem da edição passada do Rock in Rio
Foto Delmiro Junior - Shutterstock

O Rock in Rio 2026 ainda nem chegou e já está fazendo barulho. Com ingressos esgotados em 56 minutos e datas marcadas para setembro, o festival que acontece no Parque Olímpico avança para mais uma edição que mistura legado e reinvenção.

Desde 1985, Queen, Beyoncé, Rihanna, Katy Perry, Bruno Mars, Ney Matogrosso, Iron Maiden e Coldplay já transformaram a Cidade do Rock em palco de momentos inesquecíveis.

Agora, o que se desenha é um line-up que equilibra três forças: o peso do rock, a sofisticação de encontros inéditos e a presença cada vez mais forte da música global.

Mais do que quem sobe ao palco, importa saber o que cada apresentação vai realmente oferecer ao público.

Antes do line-up: o que você precisa saber

A experiência do festival começa muito antes dos primeiros acordes na Cidade do Rock.

Clientes Itaú com cartões de crédito (Itaucard, Personnalité, Uniclass, The One, LATAM Pass, Azul, Elo, Visa, Mastercard) contam com vantagens exclusivas que ajudam a garantir a presença no festival com mais tranquilidade:

  • Pré-venda exclusiva: Acontece de 19/05/2026, às 12h, até 25/05/2026, às 12h, no site rockinrio.ticketmaster.com.br. Para acessar, basta informar os 6 primeiros números do cartão Itaú (única forma de pagamento aceita nesta etapa);
  • Limites de compra: Até 4 ingressos por dia de festival por CPF (com máximo de 10 ingressos no total por CPF), sendo permitida no máximo 1 meia-entrada por dia. Pessoas com deficiência podem adquirir 1 ingresso meia-entrada adicional para seu acompanhante;
  • Desconto de 15%: Ao selecionar a modalidade "Ingresso Itaú", o valor cai para R$ 739,50 (a inteira original custa R$ 870,00). Atenção: o benefício não é cumulativo com meia-entrada ou outras promoções, mas é válido também para a venda geral ao público;
  • Parcelamento facilitado: Em até 8x sem juros para compras com cartões de crédito Itaú. Nos demais cartões, o parcelamento é de até 6x. Exceção feita a cartões internacionais (que não permitem parcelamento);
  • Avisos importantes: Não são aceitos cartões empresariais ou corporativos, e vale lembrar que não há cobrança de taxa de serviço para o Rock in Rio.

Com o planejamento em ordem e a tranquilidade de quem já garantiu seu lugar, é hora de voltar toda a atenção para os palcos. A seguir, você confere o que esperar de cada dia de shows do Rock in Rio:

4 de setembro: a energia dos clássicos do rock

O festival abre com um dia de rock pesado. A curadoria aposta em guitarras intensas, shows de alta energia e bandas que dominam o palco.

É a abertura que mistura nomes consagrados e representantes da nova geração do gênero.

Palco Mundo

  • Foo Fighters: o show se ancora na nova fase da banda, impulsionada pelo álbum Your Favorite Toy, com lançamento previsto para abril de 2026. Headliner do dia, o grupo equilibra baladas melódicas com explosões de guitarra e bateria — um contraste que, ao vivo, ganha dimensão de estádio em refrões como Everlong e Best Of You;
  • Rise Against: com Ricochet, seu décimo álbum, a banda mantém o hardcore melódico afiado e o discurso político que marca sua trajetória. No palco, isso se traduz em uma apresentação intensa, com vocais urgentes e conexão direta com o público;
  • The Hives: o show é uma extensão da energia de The Death of Randy Fitzsimmons. Riffs rápidos, estética bem definida e um vocalista que conduz o público com precisão transformam a apresentação em um espetáculo de caos controlado;
  • Nova Twins: representantes do “urban punk”, a dupla inglesa combina graves distorcidos, atitude e identidade visual marcante. A estreia no festival chega respaldada pelo reconhecimento internacional e pela força que o som ganhou nos circuitos europeus.

Palco Sunset

  • Capital Inicial convida Dado Villa-Lobos: Fundamentado no rock e no cenário nostálgico de Brasília nos anos 80, esse encontro promete uma aula de história. Ao reinserir a identidade da Legião Urbana nos arranjosdo Capital, o show encerra o dia no Palco Sunset com um tributo ao rock brasiliense e suas duas forças;
  • Hot Milk: diretamente de Manchester, a banda aposta na fusão entre emo, punk e crítica social. A dualidade vocal conduz um show intenso, que alterna entre momentos melódicos e explosões de energia;
  • Detonautas convidam Biquíni: o encontro funciona como uma ponte entre gerações. De um lado, o rock mais direto e urbano do Detonautas; do outro, o pop-rock consolidado do Biquíni, com clássicos que permanecem no imaginário coletivo;
  • Di Ferrero: em carreira solo, o artista apresenta uma fase mais madura, combinando sucessos autorais, hits do NX Zero e releituras que dialogam com o pop-punk e o rock alternativo

Espaço Favela

  • Rodrigo do CN: O MC de funk carioca, que conquistou o país e posições no Billboard Brasil Hot 100 com seus singles virais, leva a energia dos bailes para o festival. O show promete batidas e rimas que retratam a vivência urbana;
  • Hitmaker: O projeto encabeçado pelo produtor Wallace Vianna – mente criativa por trás de hits de Anitta, Ludmilla e Kevinho – sobe ao palco em formato de DJ e performer. O show transforma a Cidade do Rock em um baile funk e pop com sucessos;
  • GBZ7N: Nome emergente da cena urbana, o artista traz a renovação com seu flow característico. Unindo referências do rap e do trap, ele entrega uma performance que reflete a fusão de estilos e a linguagem da nova geração.

New Dance Order

  • Steve Angello: lenda do progressive house e cofundador do Swedish House Mafia, o DJ sueco transita também pelo electro e tech house. Aguarde por hinos que definiram a música eletrônica nas últimas décadas, incluindo faixas da magnitude de Don’t You Worry Child e Show Me Love;
  • Giu x Carola: o encontro une a consistência de Giu no tech house à força de Carola – primeira mulher preta brasileira a tocar no Tomorrowland Bélgica – no house e bass house. Com turnês internacionais e lançamentos globais, a dupla garante agito do início ao fim;
  • ATKÖ: o novo projeto solo de Thiago Mansur reflete sua trajetória já consolidada na cena nacional. Focado em house music com fortes influências de afro house, tribal e elementos brasileiros, ele constrói uma experiência sensorial e envolvente através de batidas cadenciadas;
  • Cat Dealers: celebrando 10 anos de trajetória com presença no Top 100 da DJ Mag e bagagem de festivais como Tomorrowland e EDC, os irmãos Lugui e Pedrão são referência global no bass house. O sucesso do duo alia drops contagiantes e presença de palco.

Global Village

  • Paulinho Moska: com a experiência de quem atravessa o cancioneiro brasileiro há décadas, o cantor e compositor entrega um show de voz e violão, em que a interpretação intimista dá protagonismo às letras e às histórias por trás de cada canção;
  • Leela: a banda combina pop, rock e reggae em arranjos solares. O show aposta em melodias acessíveis e na energia coletiva que marca as apresentações do grupo;
  • Giovanna Moraes: representante da nova geração do indie rock, a artista conduz uma performance autoral e arranjos orgânicos e enérgicos.

Supernova

  • Diogo Defante: com seu humor irreverente e imprevisível, o apresentador e showman transforma a passagem pelo palco em um momento de pura energia caótica, misturando música, performance e interação direta com o público;
  • Venere Vai Vênus: projeto que aposta na estética alternativa e na fusão de pop com elementos eletrônicos, entregando uma performance de identidade visual marcante;
  • Rock in Gil com Larissa Luz: o encontro reinterpreta o repertório de Gilberto Gil sob a potência vocal e a atitude de Larissa Luz, em um tributo que conecta tropicália, soul e a força da música preta brasileira;
  • Chady: nome em ascensão na cena pop nacional, o artista aposta em uma sonoridade contemporânea e na conexão com o público da nova geração.

5 de setembro: intensidade à flor da pele

O segundo dia mergulha nos subgêneros do rock. A programação aposta em peso, volume e estética marcante. É uma experiência construída para quem busca intensidade máxima no palco.

Palco Mundo

  • Avenged Sevenfold: de volta como headliner, a banda traz a densidade de Life Is But a Dream... para o palco, com uma produção visual que dialoga com temas existenciais. A apresentação equilibra técnica, conceito e a força dos clássicos;
  • Bring Me The Horizon: em fase criativa marcada por Post Human: NeX Gen, o grupo transforma o show em uma experiência multimídia. Metalcore, hyperpop e elementos eletrônicos se misturam em uma narrativa visual e sonora pensada para grandes públicos;
  • Machine Gun Kelly: o artista leva ao palco a síntese de sua trajetória recente, unindo o pop-punk de Tickets to My Downfall com o retorno ao rap. O resultado é um show dinâmico, com refrões diretos e momentos mais crus;
  • Sepultura: em clima de despedida com a turnê Celebrating Life Through Chaos, o show ganha peso histórico. Clássicos como Roots Bloody Roots, Refuse/Resist e Ratamahatta transformam a apresentação em um dos momentos mais emblemáticos do festival.

Palco Sunset

  • Bad Omens: com foco na estética de V.A.N, a banda aposta em uma sonoridade mais atmosférica e contemporânea dentro do metalcore. Vocais que transitam entre o melódico e o agressivo conduzem um show imersivo;
  • Poppy: em sua fase Zig, a artista mistura metal industrial, pop experimental e performance cênica. O resultado é um espetáculo que alterna tensão e estética visual com fluidez;
  • Black Pantera convida Nervosa: o encontro potencializa o peso do metal nacional. Com base em Ascensão, o Black Pantera soma forças ao thrash técnico da Nervosa em um show direto, político e de alta intensidade;
  • Malvada convida Day Limns: o rock feminino ganha protagonismo em um encontro que mistura hard rock com composições mais confessionais, criando contraste entre peso e emoção.

Espaço Favela

  • Major RD: com rimas rápidas, agressivas e presença consolidada na cena do rap carioca, o artista constrói um show de intensidade. A apresentação destaca seu histórico nas batalhas de rima e sua habilidade de transitar por beats pesados;
  • Canto Cego: nascido no Complexo da Maré (RJ), o quarteto mistura rock alternativo, poesia e forte mensagem social. Com histórico em grandes palcos e festivais, como o de Montreux, a banda entrega uma performance combinando guitarras e vivência;
  • Quantum: integrando a vertente urbana do palco, o projeto explora experimentações sonoras que dialogam com o rap e o hip-hop. O show aposta na imersão estética e em narrativas que refletem os novos recortes da cena musical independente.

New Dance Order

  • James Hype: o DJ britânico é reconhecido por suas habilidades nas picapes e performances hiperativas. O público pode esperar uma apresentação estruturada no tech-house, com transições e remixes executados ao vivo;
  • Volkoder: nome de presença na cena eletrônica brasileira, o produtor e DJ leva sua assinatura consagrada focada no house e tech-house. A construção da sessão garante linhas de baixo e um groove feito para a energia da pista;
  • Camila Jun x Eli Iwasa: em um B2B (back-to-back) inédito, o encontro une a elegância da house music de Camila à curadoria histórica do techno de Eli. O resultado é uma performance híbrida e simbólica, conectando diferentes gerações da música eletrônica nacional;
  • Victor Lou: conhecido por suas produções de bass e tech-house, o DJ brasileiro entrega um show de marca registrada – graves potentes, drops enérgicos e a energia que faz dele um dos nomes mais requisitados do país.

Global Village

  • Korzus: referência do thrash metal nacional desde os anos 80, a banda paulista entrega um show de peso e velocidade, reafirmando seu lugar na história do metal brasileiro;
  • Noturnall + Russell Allen: o encontro une a potência instrumental da Noturnall ao vocal de Russell Allen (Symphony X), em uma apresentação que celebra o metal melódico e progressivo com técnica apurada;
  • Rhegia: nome emergente da cena, a banda aposta em uma sonoridade que mescla peso e melodia, conquistando espaço entre os novos representantes do rock e do metal nacional.

Supernova

  • Supercombo: com uma legião de fãs construída fora do circuito mainstream, a banda aposta em um rock alternativo melódico e em letras introspectivas que conectam profundamente com o público;
  • Lvcas: nome da nova geração, o artista transita entre o rap e o pop urbano, entregando uma performance contemporânea e antenada com as tendências da cena;
  • MC Taya: representante do funk e do rock, a artista leva atitude e batidas dançantes ao palco, em um show de forte presença cênica;
  • ZeRO: projeto que aposta na fusão de estilos e na experimentação sonora, trazendo frescor à programação do palco revelação do festival.

6 de setembro: protagonismo urbano e pistas de dança

O domingo no festival já mostra sua força através das batidas urbanas e das melodias envolventes.

É um dia para se apostar na dinâmica entre o rap, o trap, o R&B e as diferentes vertentes da música eletrônica.

Palco Mundo

  • Calvin Harris: um dos DJs, produtores e hitmakers mais bem-sucedidos da história, o escocês encerra a noite com um show inédito no palco do festival, prometendo um espetáculo de pirotecnia aliado a uma sequência de hinos da música pop e eletrônica. De We Found Love a One Kiss e Summer, o set conduz a Cidade do Rock por mais de duas décadas de sucessos que dominaram as paradas globais;
  • Black Eyed Peas: máquina global de hits multi platinados, o grupo de will.i.am, apl.de.ap e Taboo leva ao palco uma trajetória que vai do hip-hop ao pop dançante e ao reggaeton de Elevation. O show costura clássicos como Where Is the Love?, I Gotta Feeling e Don't You Worry em uma catarse coletiva;
  • Nelly: ícone do rap e do pop dos anos 2000, o artista norte-americano resgata a nostalgia de uma era inteira. Com hits como Hot in Here, Dilemma e Ride wit Me, o show aposta no carisma e na conexão imediata com um público que cresceu embalado por suas faixas;
  • Barão Vermelho — Encontro Formação Original: um dos momentos mais simbólicos do festival. Pela turnê Pro Mundo Inteiro Acordar, a formação remanescente original – Roberto Frejat, Guto Goffi, Maurício Barros e Dé Palmeira – se reúne para celebrar mais de quarenta anos de história. O repertório atravessa todas as fases da banda em um reencontro que resgata o legado do rock brasileiro.

Palco Sunset

  • Ne-Yo: mestre do R&B e do soul contemporâneo, o cantor e compositor norte-americano leva ao palco a elegância de uma das vozes mais versáteis do gênero. Com hits como So Sick, Closer e Miss Independent, o show combina técnica vocal, dança e o carisma de quem assina sucessos para meio mundo da indústria pop;
  • Jota Quest toca Tim Maia: como ponto de partida das celebrações dos 30 anos de seu álbum de estreia, o clássico J.Quest (1996), o quinteto mineiro sobe ao palco com um show inédito e exclusivo em homenagem a Tim Maia, padrinho artístico do grupo. O encontro entre o pop-rock e o soul de Jota Quest e o legado imensurável do "Síndico" promete groove, mensagens positivas e uma celebração da alma da música preta brasileira;
  • BaianaSystem: fenômeno da cena baiana, o coletivo leva à Cidade do Rock sua mistura potente de guitarra baiana, reggae, dub e cultura de rua. O show é uma experiência coletiva e vibrante, com a força das batidas e o discurso afiado que definem a identidade do grupo;
  • Calema: a dupla são-tomense radicada em Portugal traz seu afro-pop dançante e melodioso. Com sucessos que viralizaram nos países de língua portuguesa, como Yo Te Quiero e A Loba, os irmãos António e Fradique entregam um show solar, de refrões fáceis e energia caribenha.

Espaço Favela

  • Xamã: um dos maiores nomes do rap nacional, o artista entrega uma performance que funde poesia de rua, R&B e flows versáteis. No palco, seu carisma dita o ritmo, com sucessos românticos e narrativas que se conectam com a plateia;
  • Rael: com uma trajetória que costura o rap, o reggae e a música pop, o cantor e compositor sobe ao palco com banda completa. O show promete grandes hits e arranjos orgânicos, tudo com a energia positiva embalando o público;
  • Budah: representando a nova geração do R&B nacional, a cantora capixaba conduz o show com arranjos sofisticados e muito groove. A performance propõe uma atmosfera intimista de composições que retratam afetos e vivências reais.

New Dance Order

  • Casa Bonita (Brisotti x Viot): a colaboração entre os dois talentos em ascensão na cena brasileira do tech house resulta em um clima altamente inventivo. A construção foca em colagens sonoras e grooves que prometem surpreender a pista;
  • Liu: nome marcado no brazilian bass, o DJ e produtor conduz a festa com set enérgico. O formato aposta na mistura de melodias vocais com linhas de graves profundos;
  • Sofi Tukker: o duo internacional leva ao palco sua estética jungle-pop eletrônico. A performance ao vivo é altamente interativa, com uso de guitarras, percussões orgânicas e vocais multilíngues;
  • Meduza: fenômeno global da house music, o trio italiano entrega uma sequência de sucessos que dominaram as pistas ao redor do mundo. O show combina sonoridade melódica e densa, peso sonoro e uma produção visual imersiva e tecnológica.

Global Village

  • Mohamed Ramadan: astro egípcio do pop árabe, o cantor, ator e produtor leva ao festival uma sonoridade que mistura ritmos do Oriente Médio com batidas pop e urbanas, em um show de forte apelo internacional e produção grandiosa;
  • Mãeana: com raízes na música amazônica, a artista paraense entrega uma performance que une o carimbó, o brega e os ritmos do Norte a uma estética pop contemporânea;
  • Bento Gil convida Flor Gil: o encontro entre os netos de Gilberto Gil celebra a continuidade do legado familiar, em um show que mistura juventude, herança musical e novas linguagens da MPB.

Supernova

  • João Gordo & Asteroides Trio em “Blitzkrieg Psycho Bop Ramones 50”: o vocalista do Ratos de Porão se une ao Asteroides Trio para celebrar os 50 anos dos Ramones, em uma releitura visceral e bem-humorada do repertório que definiu o punk rock;
  • Matanza Ritual: com sua mistura de folk, rock e atitude, a banda entrega um show de peso e ironia, mantendo viva a identidade que conquistou uma base fiel de fãs;
  • Bayside Kings: banda santista que aposta no hardcore punk, entregando uma performance crua e direta, com 15 anos de trajetória;
  • O Escritório: banda formada por funcionários do próprio Rock in Rio, leva ao palco um som autoral que dialoga com o rock alternativo nacional.

7 de setembro: encontros de gerações e lendas

O feriado traz uma mudança de ritmo. A programação aposta em repertório consolidado, encontros especiais e formações inéditas que emocionam.

Palco Mundo

  • Elton John: em apresentação que marca sua despedida da América do Sul, o show é conduzido pelo piano e por um repertório que atravessa gerações. A força está justamente na sequência de hits que atravessam gerações, com clássicos como Rocket Man e Tiny Dancer, que devem transformar o momento com forte participação do público;
  • Gilberto Gil: com a turnê de despedida Tempo Rei, Gil constrói uma apresentação que mistura memória, sofisticação e afeto. O repertório percorre diferentes fases de sua carreira, enquanto a presença de filhos e netos no palco adiciona uma camada simbólica da apresentação;
  • Jon Batiste: com o conceito de World Music Radio, o artista transforma o palco em uma experiência dinâmica. Multi-instrumentista, Batiste alterna entre piano, escaleta e interação direta com a banda, criando uma experiência que mistura jazz, soul e a energia festiva de New Orleans;
  • Luísa Sonza convida Roberto Menescal: o projeto Bossa Sempre Nova marca uma mudança de direção na carreira da cantora. Aqui, o pop dá lugar a arranjos mais contidos e sofisticados, guiados pela bossa nova e pelo jazz de Roberto Menescal. O show deve conectar sua fase atual às raízes da música brasileira.

Palco Sunset

  • Laufey: fenômeno recente do jazz vocal, a artista constrói um show centrado na interpretação. Com forte influência de standards clássicos, sua apresentação aposta em arranjos orquestrais leves, piano e cordas, criando uma atmosfera intimista mesmo em escala de festival;
  • Péricles canta Motown: o projeto leva o cantor para fora do pagode e o posiciona no universo do soul. Interpretando Stevie Wonder, Marvin Gaye e The Temptations, Péricles combina técnica vocal e carisma em um show que reúne nostalgia e potência.
  • Roupa Nova convida Guilherme Arantes: a união destaca o refinamento melódico e as harmonias vocais que marcaram a música brasileira. O repertório deve funcionar como uma sequência de clássicos, com forte reconhecimento do público;
  • Vanessa da Mata convida Rubel: abrindo o palco, o encontro aposta na construção poética e na leveza. A sonoridade tropical de Vanessa, especialmente do álbum Vem Doce, encontra o minimalismo folk de Rubel em um show de arranjos orgânicos e atmosfera sensível.

Espaço Favela

  • Belo: anunciado oficialmente como embaixador do Espaço Favela na edição de 2026, o cantor leva o pagode romântico para o festival. O repertório consolidado de clássicos promete agitar o público;
  • Mart’nália: com raízes do Rio de Janeiro, a cantora constrói um show de samba autêntico. A apresentação aposta em percussão e na leveza característica de seu repertório para recriar a atmosfera de uma verdadeira roda;
  • Tiee: nome do pagode contemporâneo, o artista e compositor traz a identidade do projeto Subúrbio para o festival. O show combina sucessos recentes e composições autênticas já consagradas que vão levantar a plateia.

New Dance Order

  • Fatboy Slim: com um set que percorre diferentes fases da música eletrônica, o DJ constrói uma narrativa baseada em big beat, samples icônicos e transições que combinam ritmo e energia, perfeito para quem quer dançar.
  • Aline Rocha: com carreira internacional na cena house, a DJ apresenta um subgênero que combina soulful house e disco music. A performance também entrega vocais clássicos e arranjos envolventes;
  • Leo Janeiro & Simo Not Simon: em B2B (back-to-back), o encontro propõe uma viagem pelas raízes da house music, entre batidas sofisticadas, groove e a cadência que embala a pista;
  • Max Styler: representando a cena contemporânea, o produtor e DJ americano de modern tech-house aposta em texturas progressivas e graves pulsantes na atmosfera eletrônica.

Global Village

  • João Bosco: mestre da MPB, o cantor, compositor e violonista entrega um show de virtuosismo, em que a riqueza harmônica e a malandragem rítmica de seu repertório ganham vida em arranjos refinados;
  • Joyce Moreno, Leila Pinheiro e Fernanda Takai: o encontro entre três grandes intérpretes femininas une diferentes gerações da música brasileira em um show de delicadeza, com bossa, MPB e pop dialogando em harmonias vocais sofisticadas;
  • Wanda Sá: ícone da bossa nova, a cantora e violonista resgata a elegância atemporal do gênero, em uma apresentação que celebra clássicos imortais com sua voz suave e inconfundível.

Supernova

  • Alee: nome da cena do rap nacional, o artista baiano aposta em letras afiadas e flows precisos, entregando uma performance que reflete a vivência urbana e a nova geração do gênero;
  • Zeca Veloso: representante da nova safra da MPB, o cantor e compositor – filho de Caetano Veloso – apresenta um show autoral e intimista, marcado por uma sonoridade leve e contemporânea;
  • Melly: voz da nova música brasileira, a cantora e compositora baiana conduz uma apresentação de identidade própria, regada a gêneros como R&B, soul e jazz com ritmos afro-baianos, como ijexá e samba-reggae;
  • Maui: nome revelação do R&B brasileiro, o artista aposta na fusão de estilos, como mistura drill e grime, em uma estética antenada nas tendências do cotidiano urbano.

11 de setembro: conexões globais

O segundo fim de semana amplia o alcance do festival. A curadoria conecta diferentes culturas em um só palco e explora variações do pop, da música eletrônica e da música brasileira em um cenário global.

Palco Mundo

  • Stray Kids: como primeiro headliner de K-pop do festival, o grupo apresenta a turnê dominATE, marcada por coreografias milimetricamente sincronizadas, produção visual de grande escala e forte interação com o fandom. O show combina rap, vocais e performance em um espetáculo pensado para impacto coletivo;
  • Alok: retornando ao palco principal desde 2022, o DJ brasileiro apresenta a música eletrônica mesclando hits com lançamentos recentes, entre eles o single Dive Into Me com Khalid. A apresentação deve unir batidas a narrativas visuais e sonoras que elevam o conceito do show;
  • HWASA: consolidando sua carreira solo após o sucesso com o Mamamoo, a artista apresenta um repertório que mistura pop coreano com R&B. A diva performa presença de palco, vocais potentes e uma estética que reforça sua identidade artística;
  • NEXZ: formado a partir do reality Nizi Project Season 2, o grupo representa a nova geração do pop asiático. O show deve apostar em coreografias precisas, estética contemporânea e uma sonoridade alinhada às tendências globais do gênero.

Palco Sunset

  • Jamiroquai: liderado por Jay Kay, o grupo traz de volta o acid jazz que influenciou gerações. Linhas de baixo marcantes, groove contínuo e presença de palco prometem transformar o show em uma experiência que agita as pistas pelo mundo;
  • PJ Morton: conhecido também por seu trabalho com o Maroon 5, o artista se apresenta com foco no R&B e no neo-soul. Com piano em destaque e banda enxuta, o show deve privilegiar musicalidade e interpretação;
  • Os Garotin convida Duquesa: o encontro entre o grupo e a rapper propõe um mix de groove e R&B. Espere arranjos que valorizam a identidade brasileira, além de flows afiados – a cadência e o ritmo da voz que definem a fluidez do rap;
  • Jota.pê convida Luedji Luna e Zaynara: reunindo três forças distintas, o show conecta o violão sofisticado de Jota.pê, o afro-jazz de Luedji Luna e o beat melody paraense de Zaynara. O resultado é uma das construções sonoras mais ricas do festival.

Espaço Favela

  • Cabelinho convida TZ da Coronel: o encontro entre dois expoentes do trap e rap carioca. A apresentação destaca os flows melódicos característicos de ambos e letras que abordam ostentação e vivências urbanas;
  • Puterrier & MC Carol: a colaboração une a estética rítmica de Puterrier ao funk carioca de pista, com a atitude e letras diretas de MC Carol. A parceria promete um show contagiante e sem filtros;
  • Caio Luccas: representando a voz emergente do trap e rap de Belford Roxo (RJ), o artista aposta em um repertório que transita do acústico aos beats urbanos

New Dance Order

  • Neelix & Vegas: encontro inédito do alemão Neelix e do brasileiro Vegas, duas referências mundiais do progressive e psy-trance. A colaboração propõe uma jornada psicodélica imersiva, marcada por linhas de baixo e melodias intensas;
  • Omiki: o produtor israelense é especialista em progressive e psy-trance. Ele conduz a pista com elementos e vocais tribais que prometem momentos de euforia do público;
  • Departamento: o duo brasileiro leva ao palco uma proposta calcada na estética audiovisual e na vanguarda eletrônica. O projeto apresenta uma construção sonora fluida e underground, transitando entre o indie-dance, o tech e a house music;
  • ANNA: nome global na cena eletrônica, a DJ e produtora brasileira entrega um set de techno hipnótico, balançando a pista com uma curadoria densa e envolvente.

Global Village

  • Soulidified: mergulhando nas raízes do pop e do R&B dos anos 1990, a boyband americana – da série da Netflix, Building the Band – promete uma performance com novos lançamentos, incluindo a faixa “What’s Your Name”;
  • Rio Bronx: o projeto musical que reúne Will Calhoun, Marcos Suzano, Guilherme Gê e Marcelinho da Lua, é referência em fusão afro-brasileira, jazz e eletrônica. O show deve contar com arranjos inéditos, paisagens sonoras modernas e experimentais;
  • Lambateria com Félix Robatto: o produtor paraense apresenta a festa que há mais de onze anos é referência da cena dançante amazônica, entregando ao Rock in Rio uma celebração da lambada e dos ritmos do Norte do Brasil.

Supernova

  • NandaTsunami: DJ e produtora, a artista é uma das principais revelações do atual cenário rap e trap brasileiro, um show dançante que transita entre pop, funk e eletrônico conectando-se com a nova geração da pista;
  • Ananda: nome em ascensão no pop nacional, a artista entrega uma performance de identidade contemporânea e estética antenada – prêmio de revelação musical no TikTok Awards;
  • Isa Buzzi: a cantora e compositora brasileira aposta em um set de pop ácido, marcado por letras que falam sobre desilusões amorosas e empoderamento, incluindo faixas do álbum imersivo, “Clube dos Corações Partidos”;
  • Muse Maya: cantora, atriz e DJ, com mais de 25 milhões de visualizações no YouTube, a carioca transita entre trap, pop, rap, jazz e blues. O set pode contar com as faixas “Pele” e “Sei Partir” – parcerias com Baco Exu do Blues –, do álbum “Quantas Vezes Você Já Foi Amado?”.

12 de setembro: hits e misturas de gêneros

O último dia reúne shows de forte conexão com o público. A programação aposta em repertórios icônicos e experiências compartilhadas que marcam gerações no festival.

Palco Mundo

  • Maroon 5: de volta ao festival, a banda chega embalada por turnês internacionais recentes e por um repertório que atravessa diferentes fases do pop-rock. O show costuma ser estruturado como uma sequência contínua de hits – This Love, Sugar, She Will Be Loved – com foco no carisma de Adam Levine e na resposta imediata da plateia;
  • J Balvin: com a proposta de “reggaeton global”, o artista constrói um espetáculo visualmente vibrante, marcado por coreografias, cenografia colorida e um repertório que mantém a pista em movimento do início ao fim;
  • Demi Lovato: em sua fase mais voltada ao rock, a cantora revisita sucessos da carreira com novos arranjos de guitarras, destacando potência vocal e intensidade emocional. O show deve equilibrar hits conhecidos com a estética mais pesada dos trabalhos recentes;
  • Pedro Sampaio: com formato híbrido de DJ e performer, o artista mistura funk, pop e eletrônico em uma apresentação de ritmo acelerado. Transições rápidas e refrões popularmente conhecidos garantem um show pensado para levantar o público e abrir os shows do palco com o astral no alto.

Palco Sunset

  • Mumford & Sons: marcando o retorno aos grandes palcos brasileiros, a banda aposta em um repertório de folk de arena, com arranjos que crescem até momentos de catarse coletiva. Banjo, violões e coros do público são parte central da experiência.
  • João Gomes convida Orquestra Brasileira: o projeto leva o piseiro a uma nova dimensão, incorporando arranjos sinfônicos que devem emocionar em cada música. A proposta destaca a versatilidade do gênero e sua capacidade de dialogar com outras linguagens;
  • Gilsons convida Daniela Mercury e Olodum: o encontro reúne diferentes gerações da música baiana em um show marcado por percussão, axé e forte energia coletiva. A apresentação promete transformar o palco em uma celebração de carnaval fora de época;
  • Criolo, Amaro Freitas e Dino D’Santiago: baseado no projeto lançado em 2026, o show mistura rap, jazz e influências afro-diaspóricas. A construção musical aposta em improviso, textura e diálogo cultural, resultando em uma das propostas mais potentes do line-up.

Espaço Favela

  • Timbalada: pela primeira vez no festival ao lado da banda que arrasta multidões, Carlinhos Brown retorna à Cidade do Rock para levar axé e percussão baiana. O show tem arranjo marcado por timbaus, percussão corporal e celebração da ancestralidade na música brasileira;
  • Priscila Senna: reconhecida como a “Musa do Brega em Pernambuco”, a cantora leva o gênero ao festival com um repertório inteiramente focado no brega romântico e na sofrência;
  • Soul de Brasileiro: o trio mistura influências do soul, do samba e do pagode contemporâneo. Juntos, recriam uma grande roda no palco que une arranjos sofisticados ao clima descontraído;

New Dance Order

  • Alok – Rave the World: em sua segunda apresentação no evento, o produtor traz um projeto imersivo que resgata a cultura rave. Ele combina tecnologia, visual e batidas, uma experiência eletrônica desenhada para grandes festivais;
  • Alok & Family – Ekanta, Swarup: o palco recebe um encontro histórico para a música eletrônica nacional. Alok divide os decks com seus pais, os DJs Swarup e Ekanta, pioneiros do psytrance no Brasil, celebrando o legado familiar;
  • Gabe: nome do tech-house nacional,o DJ e produtor leva ao palco suas transições precisas e linhas de baixo dançantes, mantendo ritmo e dinâmica ininterruptos na pista;
  • Adam Sellouk: com presença na cena internacional, o artista apresenta uma performance melodic techno. Seu set propõe privilegia progressões melódicas e sintetizadores, resultando em uma atmosfera totalmente imersiva;
  • Bhaskar: o produtor apresenta uma sonoridade fluida entre o progressive house e o techno melódico. A curadoria musical é marcada por uma cadência elegante, com texturas sonoras ricas e batidas profundas.

Global Village

  • Mestrinho: virtuose do acordeon, o músico sergipano leva ao palco a riqueza do forró e dos ritmos nordestinos, em uma apresentação que une tradição e contemporaneidade;
  • Hamilton de Holanda: referência mundial do bandolim, o instrumentista entrega um show de virtuosismo, transitando entre o choro, o samba e o jazz com técnica impecável;
  • Badi Assad: cantora, compositora e violonista, a artista paulistana constrói uma performance única, em que voz, violão e efeitos percussivos corporais criam uma experiência sonora surpreendente. Seu álbum mais recente, “Parte de Tudo Isso”, reúne parcerias com Adriana Calcanhotto, Otto e Pedro Luis.

Supernova

  • Delacruz: de voz suave e intimista combinada com as letras românticas, o artista aposta em um som próprio e extremamente melódico, com flows versáteis, misturando samba, R&B, hip hop e beats;
  • Milo J: fenômeno argentino, o jovem artista mistura rap, folclore latino e pop, entregando uma performance que reflete a potência da nova música hispano-americana;
  • Yago Oproprio: um dos nomes de destaque entre os rappers da cena, o artista traz uma sonoridade autoral que reúne elementos de boom bap, MPB, samba e R&B;
  • Celo Dut: em ascensão, o artista baiano e natural de Cidade Baixa aposta na fusão de estilos e na linguagem da nova geração do rap e do R&B.

13 de setembro: grande encerramento em clima urbano e eletrônico

O último domingo de festival é marcado por despedidas apoteóticas, ritmos brasileiros irresistíveis e a força global da música eletrônica nas pistas de dança.

Palco Mundo

  • Twenty One Pilots: headliner do encerramento, a dupla de Columbus chega com a bagagem dos álbuns conceituais Clancy e Breach, fechando a longa narrativa que começou em Blurryface. O show é uma experiência teatral e cinematográfica, que costura Overcompensate e Paladin Strait a hinos como Stressed Out, Ride e Heathens;
  • Halsey: em fase marcada pelo confessional The Great Impersonator – relançado em edição deluxe em 2026 –, a artista revisita uma carreira de hits com potência vocal e carga emocional. O show transita entre o pop, o rock e a vulnerabilidade de um álbum nascido de suas batalhas pessoais de saúde, conectando-se de forma intensa com o público;
  • Lola Young: pela primeira vez no Brasil, a inglesa chega consagrada pelo viral Messy – vencedor do Grammy de Best Pop Solo Performance – e por sua escrita franca e sem filtros. Com vocais esfumaçados que remetem a Amy Winehouse e Adele, a artista entrega um show de soul cru, pop-rock e letras brutalmente honestas;
  • Ivete Sangalo: recordista absoluta de participações na história do festival, a baiana fecha o Palco Mundo com a energia inconfundível que a tornou um ícone. Em momento de retorno aos estúdios e prometendo novidades, o show aposta em axé, pop e na conexão imediata com a platéia, transformando o encerramento em uma grande festa coletiva.

Palco Sunset

  • Zara Larsson: embalada pelo álbum Midnight Sun e sua turnê global, a sueca leva ao palco um electropop solar e dançante. Com hits como Lush Life, Symphony e Never Forget You, o show aposta em refrões grudentos, coreografias e a vibração de um verão que não acaba;
  • Marina Sena convida Céu: na fase do aclamado “Coisas Naturais”, Marina aposta em uma sonoridade tropical e orgânica, que mescla MPB, pop, reggae e ritmos brasileiros. O encontro com a cantora Céu une duas vozes marcantes da música contemporânea em um show de atmosfera sensorial e cênica;
  • Joelma convida Viviane Batidão: a rainha do calypso une forças com a cantora paraense para uma celebração dos ritmos do Norte. O encontro promete dança, brilho e a energia contagiante que define a trajetória de Joelma;
  • Carol Biazin convida Joyce Alane: o encontro entre as duas artistas da nova geração aposta no pop autoral e na potência vocal. O show conecta composições confessionais a arranjos contemporâneos, dando protagonismo a vozes femininas em ascensão.

New Dance Order

  • John Summit: o DJ e produtor americano traz sucessos globais da house e tech music para o festival. Entre seus sucessos estão Deep End, Human, Where You Are e La Danza;
  • Roddy Lima: ganhando espaço na cena eletrônica, o DJ aposta em grooves originais e seleções de house e tech-house – uma dinâmica envolta em técnicas e batidas;
  • Illusionize: reconhecido pelas produções de bass-house, o produtor goianiense entrega um set majoritariamente composto por faixas autorais, com densidade rítmica e identidade sonora que embala as pistas;
  • Dawn Patrol: idealizado pelos produtores e djs Maz e Antdot, com a participação de Bakka e Riascode, o projeto combina Afro House, Melodic House e Tech House. O público pode esperar por texturas musicais refinadas e uma curadoria imersiva.

Supernova

  • Lourena: cantora de soul e R&B, a artista entrega uma performance de groove e musicalidade, com vocais cheios de personalidade e influências da MPB;
  • Sant: nome do rap nacional, o artista aposta em letras introspectivas e flows precisos, refletindo a vivência e a poética da nova geração, entre seus sucessos estão “Devoto”, “Máscaras”, “Favela Vive” e “Dizeres”;
  • Bruna Black: dona de um estilo que atravessa MPB, R&B e ritmos regionais, a cantora e compositora é uma das vozes da nova geração. Em 2025, lançou seu primeiro álbum solo Fulorá, com participações de Chico César e Juliana Linhares, explorando letras íntimas como a maternidade.;
  • AR Baby: nome da nova cena do rap nacional, o artista conta com uma sonoridade que mistura rap, trap e funk, com muita atitude e vivências pessoais.

New Dance Order

  • John Summit: o DJ e produtor americano traz sucessos globais da house music para o festival. A apresentação é marcada em torno de viradas precisas e seleções enérgicas que envolvem as principais pistas de dança do mundo;
  • Roddy Lima: ganhando espaço na cena eletrônica, o DJ aposta em grooves originais e seleções de house e tech-house – uma dinâmica envolta em técnica apurada e batidas consistentes;
  • Illusionize: reconhecido pelas produções de bass-house, o produtor entrega um set majoritariamente composto por faixas autorais, com densidade rítmica e identidade sonora que embala as pistas;
  • Dawn Patrol: o projeto direciona vertentes melódicas da house music. O público pode esperar por texturas musicais refinadas e uma curadoria de atmosferas imersivas.

Quando o espetáculo termina e a experiência continua

O Rock in Rio é feito de grandes momentos, mas também de tudo o que acontece entre eles. Em meio a vários dias de shows, deslocamentos e escolhas, ter visibilidade sobre os gastos ajuda a manter o controle sem tirar a leveza da experiência.

Para clientes do Itaú, essa jornada começa antes mesmo de chegar ao evento. O acesso antecipado à compra de ingressos, as opções de parcelamento que facilitam o planejamento e descontos que podem chegar a até 30% já fazem diferença desde o início.

Durante os shows, a experiência se amplia com benefícios como espaços dedicados, ativações interativas e ações que aproximam ainda mais o público da música ao vivo.

Para aproveitar tudo isso com mais tranquilidade, o Superapp Itaú entra como aliado ao longo de toda a experiência. Com o Controle de Gastos, é possível acompanhar as despesas em tempo real, enquanto os Cofrinhos ajudam a se organizar com antecedência e distribuir melhor o orçamento.

Seja para ingressos, deslocamentos ou até para investir naquele look de show que faz toda a diferença, o planejamento se encaixa naturalmente na rotina. Assim, do primeiro acesso até o último acorde, a experiência continua leve e bem acompanhada.

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