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Mitos e verdades sobre vender com a Laranjinha tap

Dê um fim nas incertezas, veja como usar a tecnologia certa pode ajudar a construir o histórico ideal para o seu negócio prosperar

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Publicado em Atualizado em
Imagem de uma mulher usando a laranjinha tap em uma padaria
Imagem gerada por IA

A digitalização dos pagamentos presenciais já faz parte da rotina de quem empreende. Agora, o desafio está em receber com mais eficiência, praticidade e custos menores. A tecnologia que transforma o celular em uma maquininha representa um novo passo nessa evolução, mas ainda pode despertar dúvidas sobre funcionamento, segurança, taxas e uso no dia a dia.

Por isso, o Feito.Itaú separou para você o que é fato e o que é boato sobre o funcionamento da laranjinha tap, a solução do Itaú Unibanco que integra seu faturamento diretamente ao celular.

Verdade: Você zera o custo fixo e paga taxas menores conforme vende mais

Ao contrário das maquininhas convencionais, a laranjinha tap não tem taxa de aluguel ou de adesão, o que ajuda a “oxigenar” o seu fluxo de caixa. A economia é reforçada pelo sistema de taxas dinâmicas, onde a taxa percentual cobrada sobre cada venda diminui automaticamente à medida em que o seu faturamento mensal aumenta. Na prática, quanto mais o negócio fatura, menor é o seu custo por transação.

Verdade: O faturamento pelo celular facilita o acesso a crédito

Vender pelo ecossistema do aplicativo Itaú Emps ajuda a construir uma "reputação financeira" baseada em dados reais. Como o banco passa a ter visibilidade direta do seu histórico de recebimentos, o processo de análise para limites de crédito, empréstimos e capital de giro torna-se muito mais assertivo, resolvendo uma das maiores barreiras para a expansão de pequenos negócios: a dificuldade de comprovar faturamento.

Verdade: A segurança é de nível bancário e está disponível para aparelhos com sistema Android

A transação via NFC (comunicação por aproximação) é protegida por criptografia e segue os rígidos padrões de segurança do Itaú para quem vende e para quem paga. O ponto de atenção é puramente técnico: para operar como terminal, o seu aparelho de celular deve obrigatoriamente ter sistema Android e a função NFC ativa. Dispositivos iOS (iPhone) ainda não são compatíveis com a solução nesta fase inicial.

Mentira: É necessário um aparelho extra para capturar os dados do cartão

Esta é uma das principais confusões sobre a tecnologia, mas ela é incorreta. A laranjinha tap dispensa totalmente o uso de qualquer equipamento adicional, cabos ou leitores de chip acoplados ao smartphone. Além disso, a solução oferece mais mobilidade para quem vende. Como o próprio celular funciona como terminal de pagamento, fica mais fácil atender clientes em diferentes locais sem precisar carregar uma maquininha separada.

A transformação do celular em maquininha acontece integralmente via software dentro do app Itaú Emps, utilizando o próprio sensor de aproximação que já vem de fábrica no seu aparelho. Toda a jornada, desde a ativação da solução até o recebimento dos pagamentos, acontece de forma 100% digital pelo app Itaú Emps.

Ação inteligente

Se você já utiliza um Android com NFC e quer reduzir o custo fixo da sua operação, a ativação é feita diretamente no menu "Vender" do app Itaú Emps. Você ainda pode acessar o menu “Gestão” ou o banner “laranjinha tap” na home do celular ou site. Após o pedido, a análise de segurança ocorre em cerca de 30 minutos e o seu celular já fica habilitado para realizar a primeira venda. Mas atenção! Nesta fase inicial, o serviço está disponível para apenas um único dispositivo por cliente elegível do Itaú Emps e ainda não é compatível com o sistema iOS (iPhone).

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